Parque da Cidade – O Pulmão do Porto

Parque da Cidade

O Parque da Cidade é o maior jardim urbano existente em Portugal. Com mais de 80 hectares, vai desde o fim da Avenida da Boavista (a avenida portuguesa mais longa), até ao Castelo do Queijo e ao passeio marítimo que liga a Foz a Matosinhos. É um dos sítios mais acarinhado pela gente do Porto e é fácil perceber porquê. A sabedoria popular diz que não há nenhum lugar como casa, pois nós dizemos que não há nenhuma lugar como o Parque da Cidade, e nenhum com tanto para oferecer.

É difícil apontar só uma razão pela qual o Parque da Cidade é tão amado. As razões pelas quais as pessoas gostam tanto do parque são tão grandes e numerosas como o tamanho do próprio parque. Onde mais na cidade do Porto, ou até mesmo no país, é possível encontrar um lugar tão fantástico que combine natureza, conhecimento, cultura e comércio? Nós respondemos por ti. Não há nenhum outro sítio que consiga integrar tanto num único espaço, e tão bem. Talvez uma das caraterísticas, é mais curiosidade, que mais fascina no parque é a sua ligação com o oceano Atlântico. É algo raro, mesmo a nível mundial.

Pensado nos anos 60, o Parque da Cidade só ganhou vida nos anos 90, em 1993. O arquiteto paisagístico Sidónio Pardal foi o responsável pelo Parque, mas desde a sua inauguração já sofreu bastantes mudanças. No desenho do parque, os elementos verdes são os que mais saltam à vista, mas o parque tem uma enorme variedade de elementos arquitectónicos. A existência de pedra torna-se uma caraterística preponderante, onde a construção de muros para suster a terra, locais para relaxar e passeios deu ao parque uma áurea de ruralidade. Os vários lagos, com os seus patos, e os muitos recantos escondidos também captam o olhar dos visitantes.

Dentro do Parque da Cidade existem alguns espaços que são referências obrigatórias da cidade do Porto e que de alguma forma mudam a forma inicial como os visitantes veem o Parque da Cidade. Talvez o mais conhecido de todos, apenas porque o Porto tem uma comunidade estudantil única, é o Queimódromo. É uma área adjacente ao parque que recebe eventos temporários como a Queima das Fitas, o evento académico mais esperado de cada ano estudantil. É fácil de ver a relação entre os nomes. No passado foi também a casa da Feira Popular do Porto.

Em 2009, perto do Castelo do Queijo, abriu o Sea Life Center, um aquário privado de acesso público. Um bocado mais velho, e quase no coração do parque, está o Pavilhão da Água. Estrutura integrante do parque desde 2002, a sua história começou em 1998 na Expo98, em Lisboa. Tinha o mesmo nome e estava subordinado ao tema dos Oceanos, tema da própria expo, e o futuro desse património. Representa uma viagem ao fantástico universo da água como recurso estratégico e essencial à vida. Desenhado pelos arquitetos Alexandre Burmester e José Carlos Gonçalves, o edifício foi projetado para transmitir a ilusão de estar a pairar no ar (e é essa a sensação que tens quando olhas para o edifício).

O Parque da Cidade é o pulmão do Porto. E abraça a cidade e a sua gente como nenhum outro sítio. É o espaço perfeito para passar algum com a família e os amigos, para uma caminhada, para praticar desporto, namorar ou apenas ficar deitado na relva a olhar para o céu.


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